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14 de junho: Dia do pastor

Por: silvia leticia carrijo de azevedo sá

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João10:11)

Levantar cedo, acordar pelas madrugadas com telefonemas de morte, criança para nascer, brigas de casais, filhos que fugiram de casa, que chegaram..... São inúmeros os motivos que levam alguém a ligar para o pastor.

Sua família sente sua falta, pois parece cuidar mais da família de outros que da sua. Mas está sempre atento a sua para não perdê-la.

Acordo cedo para orar pelas ovelhas, cuido para que não fiquem cheias de carrapicho, olho as cercas para que não haja brecha onde animais silvestres possa rouba-las. Estou sempre olhando por onde elas estão a pastar.

Não tenho hora para dormir, pois ainda têm o estudo bíblico para terminar, uma carta para responder, alguns telefonemas importantes e o sermão que ainda não consegui terminar, pois o telefone não para de tocar.

Dei minha vida pelas ovelhas, minha juventude e quando olho para trás... Quantas tiramos do lamaçal, quantos batismos, apresentações de crianças, quantos casamentos, reconciliações. Já envelheci e posso me alegrar com tudo que Deus fez através de mim.

Sou quem as defende de lobos e falsos pastores que lutam dia-a-dia para roubá-las, mas não cuidaram como eu, irão apenas sugar-lhes o sangue e deixa-las a beira do caminho a mercê de frio e calor. Mas minhas ovelhas não costumam ver isso. Acham que estou dormindo até tarde e se me ligam as nove ainda não levantei não pensam a hora em que fui para a cama. Mas são minhas ovelhas as protegerei enquanto viver. É minha responsabilidade cuidar delas, não deixa-las se perder.

O meu rebanho não é seleto, têm uma diversidade enorme de ovelhas, mansa que com poucas palavras consigo atingir seu coração, bravas por mais que eu lute não sou bom o bastante. As complicadas e as rebeldes que só conseguem ver os meus erros. Mas são todas as ovelhas queridas que o Senhor me confiou.

Nada consegue agradar a muitas ovelhas, orando muito, acha que ser santo em demasia, orando pouco sou de pouca fé. Se ando de terno sou conservador, se não uso sou desleixado. Se já estou em idade avançada está na hora de aposentar, se aposento exclamam: já!!! Ainda é muito cedo.

Não há nada mais prazeroso que pastorear, ver pessoas aprendendo a andar na fé, crescendo e logo dando frutos.

Já fui moço, hoje sou velho e ainda não descobri nada mais agradável e enriquecedor que tal exercício. Sei que quando no céu chegar darei conta de cada uma delas e poderei descansar em paz nos braços de Cristo.

Aqui tem novas ovelhas chegando preciso cuidar delas, há dias de muito calor em que devo levá-las ao refrigério, dias de frio aquece-las. Podar seu pelos e nunca as perdes de vista

Avante novos pastores, vamos caminhar juntos até a volta do Senhor, muitos enganadores surgirão em nossos caminhos, mas não nos deixemos esmorecer.

“Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito” (I Timóteo 3:1-4)

PARABÉNS A TODOS OS PASTORES.

Até a Próxima...

Silvia Letícia Carrijo de Azevedo Sá
Leticiacarrijo@oi.com.br

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