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Educação moderna e contemporânea - Educação Nova

Por: jose carlos

ESTUDO PROPOSTAS DO MOVIMENTO DA EDUCAÇÃO NOVA OU ESCOLA NOVA

Ao pensarmos em: “Avanços tecnológicos, guerras e revoluções marcaram o início do século XX. Refletindo as marchas e contramarchas de um mundo perplexo ante os avanços na Medicina e em outras ciências – que prenunciam uma vida mais longa para um maior número de pessoas -, numerosos educadores procuram introduzir idéias e técnicas que tornem o processo educativo mais eficiente, eficaz e mais realizador para o ser humano” (Piletti, Claudino e Piletti Nelson).

O ALUNO COMO CENTRO

“A escola de repente, colocada no centro de um amplo movimento de idéias e de propostas de reforma, visando a torná-la mais adequada aos novos tempos e às novas realidades. Entretanto, apesar de todas as idéias e propostas que surgiram, parece que a escola, resiste a transformar-se e mantém-se, em muitos aspectos, parecida com a escola tradicional: uma sala de aula com carteiras enfileiradas, lousa, giz e um professor tentando fazer das tripas coração para ensinar o mínimo de conteúdo, e quando consegue.

O estudante só apreende na medida em que aquilo que é ensinado é significativo para esse estudante, é compreendido como capaz de satisfazer suas necessidades. “Dessa forma, passa-se a entender que todos os programas de ensino devem ter as necessidades dos alunos, no contexto do mundo em que vivem como ponto de partida para que sejam alcançados os objetivos educacionais mais amplos.” “Por um lado, na concepção da educação, o estudante passa a ser visto como o centro e o sujeito do processo educativo; por outro lado, os métodos ativos de aprendizagem passam a ser cada vez mais considerados como os mais adequados para a eficiência do processo educativo”. (Piletti, C e Piletti, N).

Métodos Ativos- ou - Correntes educacionais derivados do pragmatismo

Segundo, Madre F. Peeters e Madre Mª Augusta de Cooman encontram em sua definição de pragmatismo (do grego, pragma – ação) é a doutrina da Ação. É herdeiro legítimo do protestantismo e do livre exame. A verdade, no conceito dos pragmatistas deixa de ser a equação entre o pensamento e a realidade do ser; é, por conseguinte dizer, uma construção que se vem fazendo pela experiência e que evolui no espaço e no tempo; o seu critério é o serviço que presta a utilidade que apresenta à sociedade e ao indivíduo. Em suma, a verdade é eminentemente subjetiva, e como tal, pode diferir de pessoa a pessoa, de ambiente, de época a época. Conhecendo as “circunstâncias e agindo, cada qual constrói a sua verdade” (pàg. 112).

Assim, encontramos a origem de Métodos Ativos (os teóricos do ativismo) em Piletti, C. e Piletti Nelson, diz: “Os alunos aprende de forma mais rápida e duradoura quando aprende fazendo. Por isso, muitos educadores, propuseram a transformação dos métodos empregados na escola. O estudante deveria deixar de ser um simples ouvinte passivo que, na prova, se limitaria a repetir o que o professor dissera. Muito mais do que isso, o estudante deveria ter uma participação ativa, fazer experimentos, pesquisas, procurar ele próprio as respostas para os problemas escolares, que seriam ligados à sua vida cotidiana, construir ele próprio o conhecimento. O professor seria um auxiliar, um orientador, facilitador e não um mero transmissor de conhecimentos prontos”.

Seguindo nosso estudo, temos que, para entendermos a escola maternal seu objeto, organização e seus métodos e influências social, faz-se necessário sabermos que há um histórico anterior as idéias dos teóricos do ativismo.

As idéias de ROUSSEAU, de PESTALOZZI e de FROEBEL estão na origem da organização de nossas escolas maternais por Mmes. PAPE – CARPANTIER e PAULINE KERGOMARD. A educação sensorial ocupa destacado lugar; e a influência posterior de Mme. MONTESSORI e de DECROLY mais não fez que acentuar essa orientação. É a dois médicos franceses entregues à educação dos anormais, ITARD e SEGUIN, que se liga, segundo ela mesma diz, a Drª italiana MONTESSORI, SEGUIN havia imaginado, como FROEBEL, um material didático com o qual se esforçava por fazer passar seus pupilos “da educação dos sentidos às idéias gerais, das idéias gerais ao pensamento abstrato, do pensamento abstrato à vida moral”. Mme. MONTESSORI inspirou-se fortemente em seus trabalhos e os aplicou à escola dos pequeninos. (J. LEIF E G. RUSTIN).

A ESCOLA MATERNAL – OBJETO - ORGANIZAÇÃO E SEUS MÉTODOS - INFLUÊNCIAS SOCIAIS.

Os Métodos de Ensino: Da sensação à Idéia.

DECROLY também chegou à educação das crianças normais vindo das dos anormais. Sua pedagogia é fundada, no princípio de “favorecer a representação mental por intuição constante e bem compreendida das lições objetivas e concretas”. Ele também não se contenta com a observação livre de objetos reais e diversos; dá lugar destacado, no trato com os pequenos, para deitar as bases fundamentais do conhecimento, a exercícios intuitivos metódicos, com material apropriado. Como FROEBEL e como Mme. MONTESSORI faz a criança brincar com jogos bem estudados e graduados: jogos visivo-motores, jogos motores e auditivos, jogos de iniciação aritmética, etc.... Mas empenhou-se em “evitar geralmente todas as formas geométricas abstratas, para substituí-las por formas vivas que, além da noção sensorial, lembrem à criança atos ou objetos comuns”.

As aquisições intuitivas são conduzidas com método, segundo plano estabelecido, mas a criança não é de chofre afastada do concreto verdadeiro e jogada no meio de abstrações materializadas. Os jogos visuais que devem levar à distinção das formas e cores associadas, das formas e das direções, utilizam figuras de objetos, como: tamancos, panelas, o ginasta, a mesa e a bola, a mesa e a moringa, etc.... O jogo de manipulação pratica-se com paus de boliche, tijolos de madeiras, botões, contas, pregos, parafusos. É dos jogos aritméticos de DECROLY que se derivam os livros atuais nos quais a noção dos números e das operações é dada por imagens variadas e nos quais por vezes até os problemas são assim concretizados e se transformam em jogos.

DECROLY não pretendeu, aliás, digamos, fazer propriamente educação sensorial. Conhece a complexidade das operações que demanda e sabe que se trata, antes da tudo, de exercícios de atenção. “Os exercícios chamados sensoriais, diz, têm menos por efeito desenvolver o próprio sentido, que ensinar a criança a registrar suas impressões, a classificá-las para combiná-las e associá-las com outras... Escolhemos em princípio, para um mesmo jogo, objetos que se prestem às edificações de conceitos abstratos, a uma classificação: assim, em tal exercício, servimo-nos duma série de frutas, noutro, das peças dum aparelho de jantar, noutro ainda, de roupas, etc... A criança opera, de maneira quase inconsciente, comparações, associações e o jogo é para ela motivo, oportunidade de lembrança de abstrações e de juízos”.

Essa passagem, “quase inconsciente”, da intuição sensível à abstração e ao pensamento, constitui verdadeiramente o ensino intuitivo.

Acrescentaríamos à nossa discussão, segundo Romana Gonçalves, in DIDÁTICA GERAL: METODOS DE ENSINO, EDUCAÇÃO PRÉ-PRIMÁRIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL, Vol.12ª ED.VOL.3º, nos orienta:

MÉTODO DE CENTRO DE INTERESSE OU DE CÍRCULOS CONCÊNTRICOS

Origem.

Seu criador foi o médico e grande educador belga Ovídio Decroly, na Escola de L’HERMITAGE, para crianças anormais.

2 – Conceito.

É um método que adota um programa de ensino desenvolvido em idéias associadas ou centros de interesse.

3 - Fundamentos.

O método de Decroly se fundamenta segundo, A. Fontoura, no seguinte:

a) “Na evolução natural dos interesses da criança: a criança é egocêntrica e se interessa, inicialmente, por si própria, por sua vida, por suas coisas; em seguida, por sua família e sua casa, e assim vai progredindo em círculos de interesse cada vez mais largos, até poder interessar-se pelo mundo e pelos problemas morais da Humanidade. Como conseqüência, o método de Decroly parte do estudo da criança, isto é, oferecendo ao aluno, em primeiro lugar, o conhecimento dos fatos que mais de perto se relacionam com sua vida.

Por isso, é Método de Decroly, e abrange:

– a criança e suas necessidades (de alimentar-se, de lutar contra as intempéries, de defender-se, de ação, de alegria);

- a criança e seu meio (família, escola, sociedade, animais, plantas, terra, água, ar, minerais, Sol, Lua, estrelas).

Nos centros de interesses propriamente ditos (conseqüência do fundamento anterior), isto é, no desenvolvimento do programa em torno de um tema central, desenvolvimento este que, pelas idéias associadas, abrange todas as disciplinas, permitindo a globalização do ensino.

No ensino globalizado (conseqüência dos dois fundamentos anteriores), isto é, “o método de Decroly estabelece o ensino não dividido em matérias ou em aulas, mas apenas em fases que são: observação, associação e expressão.”

4 – Fases do Centro de Interesse

a) “observação - abrange: Ciências Naturais, Cálculo e Geometria e se processa através de visitas, excursões e discussões;

b) associação: compreende a ligação no espaço (Geografia) e a ligação no tempo (História), assim como a ligação de cada fato novo com outros já conhecidos;

c) expressão: compreende a Linguagem, os Trabalhos Manuais e a Modelagem.

Cabe nessa demonstrarmos que nas palavras de, Mª Stela Gonçalves/Adail U. Sobral: “A noção de centro de interesse está vinculada à pessoa de Ovide Decroly, que fundou uma pedagogia apoiada num tema de estudo, o” centro de interesse “”, que durante todo o ano escolar, agrupa as aprendizagens em torno de necessidades fundamentais. Feita a escolha do tema principal, os alunos devem procurar os tópicos secundários e as maneiras de estudá-los. Sem empregar necessariamente a noção de centro de interesse nem fazer dela esse uso sistemático que marca a organiza de todo um ano, outros pedagogos insistiram nos benefícios de uma consideração dos interesses dos alunos. Porém, o que se entende por interesse?

Podemos interpretar o interesse em termos biológicos como aquilo que preside aos comportamentos de adaptação do organismo e permite orientar a atividade de um indivíduo para a satisfação de necessidades. Nesse sentido, as atividades funcionais da criancinha são a primeira manifestação do interesse. Mas o interesse designa de modo mais corrente a forma intelectualizada da necessidade, ou desejo de conhecimento, e leva a atividades de exploração e de pesquisa ou a uma atenção contínua.

O interesse se distingue da simples atração e não exclui de modo algum o esforço. É a esse título que as novas pedagogias, insistindo na necessária consideração dos interesses dos alunos, puderam se defender da acusação de escolher uma facilidade culposa. De um lado, ao acentuar que o interesse é aquilo que procura uma satisfação tal que se dispõe a aceitar o esforço necessário para obtê-la.

Do outro, ao se recusar a confundir o interesse com a simples espontaneidade, podendo a curiosidade que preside ao interesse ser suscitada muito bem pelo professor. Este deve, com efeito, trabalhar para motivar seus alunos, descobrindo um meio de despertar-lhes o interesse. Compreendida dessa maneira, uma pedagogia fundada no interesse definitivamente não repousa numa atitude passiva do professor, visto que a exigência de um empreendimento dessa natureza é que se encontre o ponto de apoio dos interesses possíveis dos alunos.

Isso supõe, em conseqüência, que seja possível vencer o desinteresse, que as crianças sejam educáveis e que de nada serve tentar ensinar por meio da força, com a ajuda de recompensas ou de punições. “Porque o interesse se distingue também do divertimento periférico que “interessaria” aos “alunos disfarçando sob a forma de jogo uma atividade entediante ou propondo-lhes um objetivo externo, como o temor de uma sanção ou o atrativo de uma” boa nota”. O verdadeiro interesse se quer interior à própria atividade, ou residir em suas conseqüências diretas.

Conseguir o interesse dos alunos ou saber descobrir as suas formas ocultas é a condição do professor feliz. Livre de todo risco de desordem ou de indisciplina - porque o interesse torna os alunos, senão calmos, aos menos ativos e produtivos, o que pode ser considerado uma forma de sabedoria -, ele tem a satisfação de sentir-se eficaz, ao mesmo tempo em que partilha com os alunos o prazer de saber.

Mas o interesse é também aquilo que se “tem interesse” em realizar. A pureza de um interesse de algum modo “desinteressado” precedentemente descrito não pode fazer também ocupar-se do que é útil e de não deixar passar em branco determinados interesses secundários, externos à ação em si, nem proibir todo prazer da recompensa. O interesse e o prazer de conhecer têm sem dúvida muitos meandros possíveis, mil e um atalhos, que seria imprudente querer suprimir.

OS MÉTODOS ATIVOS

As Escolas Novas. A Escola Decroly

Já apresentamos também um aspecto do Método de Decroly no início do texto métodos intuitivos. Também emprega, efetivamente, com os pequenos, um material evidentemente situado na linha do de FROEBEL e de Mme. MONTESSORI. Mas escapa às críticas precedentes por partir do princípio da Escola pela vida, para a vida. A análise vem, com a síntese, como é normal, no fim, depois do sincretismo inicial. Aliás, essa formação pelos jogos educativos não ocupa senão pequeno lugar em sua pedagogia; aos da primeira infância (como o método Montessori). Compôs e aplicou todo um plano geral de educação intelectual.

Ovide Decroly nasceu em 23 de julho de 1871, na Bélgica, e faleceu em 12 de setembro de 1932. Como já dissemos suas teorias têm um fundamento psicológico e sociológico, e os critérios de sua metodologia de ensino podem ser resumidos basicamente no interesse e na auto-avalição do aluno.

O método Decroly, mais conhecido como Unidade de Centro de Interesse, destinava-se especialmente às crianças das classes primárias e tinha como objetivo preparar o educando para a vida, promovendo o trabalho em equipe, mas mantendo a individualidade de cada um. Para ele, a educação não se firma em preparar a criança para a vida adulta, uma vez que ela deve aproveitar sua infância e resolver as dificuldades compatíveis com o seu momento de vida.

A criança deve ser educada em plena liberdade, a fim de que nela possam desabrochar todas as suas potencialidades. Logo, assim, a necessidade de ser submetida a um regime de atividade livre e de trabalho espontâneo e criador. As crianças devem, por isso, ser classificadas, na escola, em grupos psicologicamente homogêneos. As classes não devem possuir mais de 20 ou 25 estudantes e as salas de aula devem ser providas de pequenas oficinas nas quais os trabalhos manuais possam ser praticados.

Segundo Decroly, as unidades de globalização, a que ele chama de Centro de Interesse, devem ser determinadas de acordo com as necessidades primordiais da vida da criança: alimentação, respiração, asseio, proteção contra intempéries e perigos, jogo e trabalho. E todas as atividades escolares, em todas as matérias, devem girar em torno de tais centros.

Como exemplificações destes centros têm os seguintes: a criança e a família; a criança e a escola; a criança e o mundo animal; a criança e o mundo vegetal; a criança e o mundo geográfico; a criança e o universo.

Esse método globalizante é realizado pela criança em três estágios que correspondem à marcha da aprendizagem:

- Observação – põem a criança em contato com os objetos, fenômenos, seres e acontecimentos. Não acontece em um momento determinado da técnica educativa, pois deve ser considerada como uma atitude, chamando atenção do estudante constantemente.

- Associação – visam a relacionar, entre si, objetos e fatos, próximos e longínquos, presentes e passados, o homem e o seu meio. Permite que o conhecimento adquirido pela observação seja entendido em termos de tempo e espaço.

- Expressão – manifesta o pensamento de modo acessível aos demais, por meio das palavras, do desenho, do trabalho manual, da escrita etc. A expressão seria o fechamento do processo e nela pode-se destacar a expressão concreta e a expressão abstrata.

Podemos traduzir esses três estágios definidos por Decroly por disciplinas tradicionais:

Observação – Ciências Naturais, Geometria e o Cálculo;

Associação - Geografia e História;

Expressão – a Linguagem, os trabalhos manuais, a ginástica e a música.

A crítica ao seu método gira em torno da forma idêntica em dar a todas as crianças, uma cultura geral, sem se questionar a conveniência às crianças. No entanto, a proposta de Decroly é bem positiva, uma vez que propõe medidas que visam à transformação de todas as escolas, tais como: a formação de classes homogêneas, a diminuição do efetivo das classes, a modificação dos programas e a distribuição dos assuntos de formas diversas, partindo da própria criança seus interesses e necessidades.

REFERENCIAS BIBLIGRAFICAS:

Luzuriaga, Lorenzo- Historia da Educação e da Pedagogia, 10ºed. São Paulo, Editora Nacional (1978)p.292, Atualidades Pedagógicas, v 59.

Gonçalves, Mª Stela e Adail U. Sobral, Unimarco, Ed. Edições Loyola, Coleção 50 Palavras- nº 6 Pedagogia; Gonçalves, Romanda, Didática Geral: Métodos de Ensino, Educação, Pré-primária e Educação Especial, 12ª Ed.3ºvol. Livraria Freitas Bastos S/A. Cambi, Franco. História da Pedagogia- Ed. Unisp, pp.525-530,

J.Leife G. Rustin- Pedagogia Geral pelo Estudo das Doutrinas Pedagógicas, Cia Editora Nacional, vol.75, Atualidades Pedagógicas - São Paulo, 1960.

Claudino Piletti/ Nelson Piletti-História da Educação, Ed.Atica, pp.113-114;

Madre F.Peeters/Madre Mª Augusta de Cooman. Pequena História da Educação Ed. Melhoramentos 9ªEd. , HTTP://revistaescola.abril.com.br/previeiw. html, HTTP://www.centrorefeducacional.com.br/decroly html; http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/per08.htm;

MOURA, A. Os centros de interesses na escola, São Paulo: Melhoramentos;

Declory, O. El juego educativo: iniciacion a La actividad intelectual y matriz/ Ovídio Decroly, e Monchamp; (Trad.)M Olasagasti Madrid: Morata, 1986.

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