Por: Ravely Casarotti Orlandelli
Este sistema foi desenvolvido pelo médico e botânico Karl von Linné (Lineu) e utiliza o latim (língua morta) para padronizar universalmente o nome cientíico de cada espécie de ser vivo.
O sistema obedece às seguintes regras básicas:
• O nome deve ser escrito em latim e grifado (sublinhado quando escrito manualmente ou destacado em itálico, quando digitado);
• É obrigatória a presença de no mínimo dois nomes;
• O primeiro nome refere-se ao gênero e deve ser escrito com letra inicial maiúscula. O segundo nome, indica a espécie e deve ser grafado com inicial minúscula. Exemplo: Elefas maximus (Elefante): Elefas (gênero – inicial maiúscula) e maximus (espécie – inicial minúscula);
• Caso o nome da espécie se refira a uma pessoa, sua grafia pode ser tanto com inicial minúscula, quanto maiúscula. Um exemplo muito conhecido, é o do Trypanosoma cruzi (ou Trypanosoma Cruzi), protozoário causador da doença de Chagas. Carlos Chagas, descobridor da doença, homenageou Oswaldo Cruz ao nomear estar espécie.
• Em caso de subespécie, esta deve ser indicada após o nome da espécie, sempre com inicial minúscula. Exemplo: Rhea americana alba (ema branca); onde Rhea é o gênero, americana é a espécie, alba é a subespécie;
• Em caso de subgênero, este virá entre parênteses, depois no nome do gênero, escrito em inicial maiúscula. Exemplo: Anopheles (Nyssorhynchus) darlingi (um dos mosquitos causadores da malária); onde Anopheles é o gênero; (Nyssorhynchus) é o subgênro e darlingi é a espécie;
• A expressão spp. É utilizada após o nome do gênero para demonstrar que o mesmo possui diversas espécies. Exemplo: Rosa spp. (gênero das roseiras).
Literatura consultada: PAULINO, W. R. Biologia - volume único. Série Novo Ensino Médio, p. 136 – 139. São Paulo: Ática, 2000.
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